14 janeiro 2014

Poesia da Despedida #11

O nó na garganta vai acompanhando o dia com palavras e palavras que transitam em diferentes velocidades conforme a música que ressoa e rebate a memória e os instantes que acreditei, que acreditei, que acreditei. As lindas frases que ouvi e que sobrevoam meus pensamentos insistentes, balões que erguem os sonhos e me tiram os pés do caminhar solitário que há aqui, uma vez que hoje, hoje, hoje esse nó se fez do tamanho do meu coração e me pediu para parar. Quando parei, com a mão ao peito, desacreditei.  Você não vem. E não há nada que eu possa fazer.