13 janeiro 2014

Poema da Despedida #6

Acordar não tem sido fácil. Meus olhos abrem molhados e convivem com lágrimas silenciosas que não despencam, mas descem lentamente pelo rosto, como uma mão carinhosa que afaga a tristeza e alivia um pouco a dor. Não há tristeza que povoe a cabeça, porém saudade e fé.
Sou pessoa de fé.

Quando acordo, vejo as fotos de nuvens acima da minha cabeça e penso que aquele olhar, povoado de imensa beleza é a mão que abriu minha alma e repartiu em dois pedaços, duas pedras minúsculas que trazem em si todo Segredo, de todas as vidas, de um único amor. Um amor de todas as vidas.