28 julho 2011

"Pra você que amou, amou até o fim; não essa coisa que se esquece com outro, falo de amor pra foder com tudo, veneno em óleo fervente. Pra você que tem quelóides de fogo, marca sagrada e estúpida. Pra você que amou assim, eu continuo sem piedade nos rins. Filtro um terço do rio, o resto tomba pelo meio das costas, cai na bacia, represo. Vou pra casa do caralho, onde o pau sou eu, alargando a carótida com lança de bronze. Bronzeada. Na beira. No fim." - do livro Nego Tudo