30 março 2011

A Seta e o Alvo


"- Eu faço versos como quem morre." - Manuel Bandeira

Se sonhar, se dançar, se mover
Pega na minha mão.
Se cair, debruçar, absorver
Leva meu coração.
Intensamente ousado,
Profundamente dado a devaneios
Em versos de sangue
Semeia o que é verdadeiro
De gota em gota,
Transborda um mundo inteiro. MASNAVI